Associativismo

ACUREP - Associação Cultural, Recreativa e Educativa da Pedreira
 
Morada: Rua da Pedreira, n.º 73 - Palhaça
C. Postal : 3770-061
 
Certifico que, por escritura de 15 de Março de 2000, exarada de fl. 86 a fl. 90 v.º, do livro de notas para escrituras diversas n.º 199-C, do Cartório Notarial de Oliveira do Bairro, a cargo da licenciada Maria Briolanja Nolasco Pires, foi constituída a Associação em epígrafe, com sede no lugar da Pedreira,  a qual tem como objecto promover ou prestar a sua colaboração em actividades sócio-culturais e de solidariedade social aos habitantes do lugar da Pedreira; procurar dotar o lugar da Pedreira com os melhoramentos e obras de interesse colectiva, por sua exclusiva actividade ou com a colaboração de qualquer pessoa individual ou colectiva, julgada conveniente; prestar colaboração às Juntas de Freguesia de Oiã e de Palhaça, às autoridades locais e aos organismos oficiais e particulares quando houver manifesto
interesse público para o lugar da Pedreira ou regiões confinantes; gerir a aplicação dos subsídios estatais, contribuições de sócios e dádivas particulares de acordo com os objectivos propostos. 
 
ADREP - Associação Desportiva, Recreativa e Educativa da Palhaça
 
Morada: Zona Desportiva da Palhaça - Palhaça
C. Postal : 3770-355
E-Mail : adrep@sapo.pt
Site : www.adrep.pt
Telefone : 234752836
 
«Uma prova de atletismo na Palhaça, em Outubro de 1976, foi a causa mais motivante da formação de uma Associação, porque a urgência em apoiar as crianças e jovens da nossa terra suscitou em meia dúzia de carolas o propósito de melhor servir a nossa Freguesia. Foi então que, a 15 de Dezembro de 1976, se convidou toda a população a estar presente numa reunião, onde se decidiu pela formação de uma colectividade, bem como de uma comissão para proceder à elaboração dos Estatutos e Regulamento Geral Interno. Estava lançado o fermento para que a Associação vivesse e se expandisse.   
Ao longo da sua existência, a Associação tem trabalhado para o futuro, com a construção de uma Zona Desportiva na Palhaça, onde tudo se constrói graças à boa vontade de pessoas, empresas, e instituições. A Associação procura estar atenta aos problemas e necessidades, não só da Freguesia em que se insere, mas também do Concelho a que pertence. 
Pensamos que, acima de tudo, o que dá vida e implantação a uma Associação são as actividades que vai desenvolvendo. Neste capítulo, a ADREP tem-se esforçado ao longo destes vinte anos por incentivar e realizar as mais variadas actividades.
A oficialização da Associação aconteceu em 29/10/77, com a designação que ainda hoje se mantém: Associação Desportiva Recreativa e Educativa da Palhaça. Foi ainda em 1977 que se definiu e aprovou o primeiro emblema da Associação que deu origem à sua primeira bandeira.
Os primeiros lugares dispensados para a manutenção de uma sede foram o andar Baixo do Coreto e uma sala na Junta de Freguesia. 
Esta Associação conta hoje com um património estável, construído com o suor de muitas pessoas, para proveito de todos os que estejam interessados em visitar e aproveitar as facilidades para a prática de: 
Departamento Desportivo (Andebol, Atletismo, Futsal, Natação – a piscina está aberta nos meses de Verão);
Departamento Cultural (estão à sua disposição actualmente as seguintes valências: Mediateca – que inclui uma biblioteca com mais de 2000 espécimes variados; Grupo de Teatro; Grupo de Bombos; Escola de Música); 
Departamento Recreativo: Noites de Verão, Noite de Reveillon, Noite de Variedades; Torneios de Pesca; Caravana Cicloturística; Jogos Populares. 
Actividades globais: dentro destas actividades, algumas anuais e bianuais, destacamos os Festivais da Canção para crianças e adultos, os Cortejos de Reis Magos, os Desfiles de Moda, as Marchas Populares, entre outras actividades que podem ocorrer, consoante a necessidade da comunidade onde a Associação se insere.
 
Centro Social Paroquial São Pedro da Palhaça
 
Morada: Rua Padre Manuel Oliveira, nº 1 PALHAÇA
C. Postal : 3770 – 355
E-Mail : geral@csp-palhaca.pt
Site : www.csp-palhaca.pt
Telefone : 234 752 388
Fax : 234 752 388
 
O Centro Social Paroquial São Pedro da Palhaça é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede na freguesia da Palhaça, concelho de Oliveira do Bairro. 
Iniciou a sua actividade em 1 de Junho de 1978, Dia Mundial da Criança, com o surgir da ideia de utilizar o salão paroquial como Creche. Completou 30 anos recentemente.
A par com o desenvolvimento do Jardim de Infância, começa a surgir a ideia de um Centro de Dia. Construído de raiz, em terreno oferecido, foi inaugurado em 30 de Outubro de 1983.
Em 1984 iniciou actividade o Centro de Actividades de Tempos Livres (CATL).
Os Estatutos foram registados em 08 de Janeiro de 1986.
Actualmente a Instituição mantém em funcionamento:
Creche, com capacidade para 38 bebés 
Jardim de Infância, com capacidade para 52 crianças 
CATL/Extensões de Horário e Interrupções Lectivas, com capacidade para 60 crianças 
Centro de Dia, com capacidade para 25 utentes 
SAD, com capacidade para 24 utentes 
 
Corpo Nacional de Escutas - Agrupamento 970
 
Morada: Rua do Rebôlo, nº 59 Palhaça
C. Postal : 3770 - 355
E-Mail : agrupamento970@portugalmail.pt
Site : agrupamento970.no.sapo.pt
Telemóvel: 934924436
 
«Tudo começou no ano 1989. Dois casais foram convidados a lançarem-se na aventura da fundação de um agrupamento de escuteiros. Depois de um curso de iniciação, convidámos alguns jovens para nos auxiliar». Eis como os edificadores do Agrupamento 970 descrevem a génese deste organismo formador de inspiração católica, sob a alçada do Corpo Nacional de Escutas (por sua vez, nascido em Portugal, em 1923). Paula Pelicano, Paulo Silva, Dilita Cura e Mário Braga são os nomes dos «arquitectos» da primeira instituição exclusivamente dedicada às faixas etárias mais baixas da população palhacense.    
A 6 de Fevereiro de 1991, era fundado, definitivamente, o agrupamento, «com a primeira reunião com jovens da nossa paróquia». Inicialmente, apenas duas das quatro secções contempladas na organização pedagógica de um agrupamento escutista – exploradores e pioneiros (respectivamente 2ª e 3ª secção) – foram representadas. Nesse ano, foram as estreias: em acampamentos (na Tojeira, em Maio) e em promessas, a 3 de Novembro. Nessa data – além da filiação oficial do Agrupamento como nº 970 –, os primeiros dirigentes, exploradores e pioneiros, num acto de «honra», comprometiam-se a «cumprir os [seus] deveres para com Deus, a Igreja e a Pátria; auxiliar o [seu] semelhante em todas as circunstâncias; e obedecer à Lei de Escuta». Os dirigentes acrescentariam «desempenhar o melhor que puder as obrigações da missão que me é confiada», e para chegar a essa condição teriam que obrigatoriamente professar e praticar a religião católica e ter «um bom comportamento moral e cívico». A Lei de Escuta, orientação da conduta do escuteiro, abarca(va), entre outros, termos-valores como lealdade, obediência, afeição à natureza e aos animais, respeito pelo próximo, pureza, economia, utilidade e boa disposição.   
Em 1993, o agrupamento dá um importante passo: «a adaptação das actuais instalações no sótão do edifício da Junta de Freguesia para a realização das nossas actividades». Em 1994, dão-se muitos mais passos até… Santiago de Compostela, na primeira actividade de Caminheiros no estrangeiro. Nessa altura, lobitos e caminheiros – 1ª e 4ª secção, respectivamente – perfaziam as categorias conhecidas geralmente a um grupo de teor escutista.  
(Re)conhecida já alguma experiência, pelos acampamentos de agrupamento, pela participação em actividades regionais e pelo serviço à comunidade local, o Agrupamento 970 prepara-se para chegar mais longe: contando com os subsídios de entidades oficiais e particulares, inicia, em 1995, a construção de um campo de formação que seria inaugurado a 25 de Maio de 1997, sob a designação de Campo de Formação Padre Horácio Cura. Em 1998, na página web do Falcaçar, uma publicação do A970, num artigo dedicado ao espaço, Mário Braga, na época chefe do agrupamento, escreveu: «o início da infra-estrutura teve como objectivo criar melhores condições para a realização de actividades escutistas, proporcionando assim a convivência e prática de escutismo a outros agrupamentos [de Leiria, Setúbal e Viseu, p.e.], assim como colectividades que queiram usufruir das nossas instalações». Uma obra ambiciosa e onerosa, erguida num ambiente natural de luxo e cuja extensão foi ampliada mais tarde, tendo sido acrescentado um parque de estacionamento num terreno adquirido após a inauguração do campo.    
Em Fevereiro de 2006, as comemorações do 15º aniversário do Agrupamento 970 marcaram o (re)encontro de dezenas de jovens e adultos que integram e integraram o colectivo.   
 
Grupo Cáritas da Palhaça
 
Morada: Rua Pe. Manuel de Oliveira, nº1, Palhaça
C. Postal : 3770-355
Telefone : 234 751 466
 
A Cáritas é “uma instância oficial da Igreja para a promoção da sua acção social”. A Cáritas Portuguesa é a federação nacional das 20 Cáritas Diocesanas distribuídas pelo território continental e regiões autónomas dos Açores e da Madeira. 
Em conjunto, regem-se pela doutrina social da Igreja e orientam a sua acção de acordo com os imperativos da solidariedade, dando resposta às situações mais graves de pobreza, exclusão social e situações de emergência em resultado de catástrofes naturais ou calamidade pública. 
A Cáritas tem como objectivos a assistência em situações de emergência ou dependência, a promoção da autonomia e do desenvolvimento integral de cada ser humano e a transformação nos domínios sociais e ambientais de acordo com os valores da ética cristã. Intervém na implementação de programas de apoio materno-infantil, infanto-juvenil, terceira idade, mulheres vítimas de violência doméstica bem como na luta contra a exclusão social, em especial no apoio às minorias étnicas, comunidades de imigrantes e suas famílias, toxicodependentes, seropositivos e alcoólicos. 
Acção Social nas Paróquias
"É importante, com o apoio do respectivo serviço diocesano, quando exista, e a Cáritas Diocesana, promover a criação ou consolidação e o conveniente funcionamento de um serviço paroquial de acção social em cada paróquia, com as seguintes finalidades:
suscitar e fazer crescer, na paróquia, a dimensão social como exigência da vida da própria comunidade cristã; 
assegurar o conhecimento e o atendimento dos problemas socio-familiares da paróquia, sem discriminação; 
articular as actividades das instituições e grupos de acção social da paróquia." 
Proposta de Regulamento - Grupos Paroquiais da Cáritas
Com o desenvolver das actividades próprias do serviço da caridade, tem-se vindo a constatar que existe um vazio quanto a normas e regulamentos que definam concretamente como exercer essas mesmas actividades, assim como da própria organização dos Grupos Paroquiais da Cáritas, da sua articulação e relação com os demais órgãos instituídos, quer nas paróquias quer mesmo na diocese. 
É certo que existem os estatutos da Cáritas Diocesana, mas estes, por si só, não contemplam a generalidade das situações, daí o tornar-se necessário e urgente estabelecer normas concretas tendentes a, e suprindo o vazio existente, proporcionar aos grupos e seus elementos, matéria de suporte, onde possam e devam basear-se, para duma forma harmonizada exercerem as suas actividades sócio caritativas. 
     
Grupo Folclórico de São Pedro da Palhaça
 
Morada: Rua Manuel de Oliveira, 11- Palhaça
C. Postal : 3770-355
NIF : 506935590
E-Mail : Grupofolc.s.pedro@sapo.pt
Site : Grupofolcloricosaopedro.blogspot.com
Contacto : Presidente: Vitor Ferreira-Vice presidente: Jimmy Carter 969442522
Telemóvel: 933236209
 
29 de Junho de 1982.  É esta a data apontada para a génese do Rancho Folclórico da Casa do Povo da Palhaça, o único agregado de tradição etnográfica na vila, que, em Setembro de 2004, adoptou uma nova designação – Grupo Folclórico S. Pedro da Palhaça – visto que a Casa de Povo passara a «estar inactiva».   
As várias tradições populares do Portugal rural e da região bairradina são, neste colectivo, manifestadas através de música, dança e de textos apresentados, neste momento, por 45 elementos.   
Instrumentalmente, o grupo é servido pelo acordeão (proeminente no conjunto), o bombo, os ferrinhos, o reco-reco, o cavaquinho e a viola.   
Inalteráveis desde a formação do grupo, os trajes – cujas cores em destaque são o preto, o vermelho e o branco – servem a caracterização das principais actividades ligadas a um passado no qual a agricultura e a pesca tinham especial relevância no meio. São representados, entre outras personagens, uma lavradeira rica, um marnoto, uma ceifeira, uma tremoceira, uma vindimadora, uma «aguadeira», um homem do lagar e uma peixeira.       
Do currículo do Grupo Folclórico S. Pedro da Palhaça, além de viagens regulares pelo país, constam, até 2006, ainda duas actuações em França e seis em Espanha. Outras actividades regulares como uma noite de fados, a desfolhada, a matança do porco (anuais), bem como um torneio de matraquilhos e de malha, são organizadas pelo grupo.   
Discograficamente, contam-se ao colectivo cinco registos – três em k7 e dois em CD. «Quadras Ao S. Pedro», «Sampaio da Torreira», «Eu Quero Beijinhos», «Tirana» e «Vira bairrês» são algumas das trovas mais famigeradas do único grupo embaixador da cultura folk da Palhaça.     
 
Museu S. Pedro da Palhaça
 
Morada: Rua da Vila Nova, Palhaça
E-Mail : museu.palhaca@gmail.com
Site : www.museusaopedro.org
Telefone : 234754325
 
O Museu S. Pedro da Palhaça está localizado na Freguesia da Palhaça, Concelho de Oliveira do Bairro, Distrito de Aveiro. 
Em 1981, com o objectivo de preservar o espólio de Arte Sacra existente na antiga Igreja Matriz da Palhaça, iniciam-se os trabalhos de limpeza e conservação que se prolongaram até 1986, altura em que foi possível abrir ao público o Museu (18 de Maio) com a sua primeira área de exposição, inteiramente dedicada à Arte Sacra. 
A população, apanhada de surpresa, procura nos seus sótãos e baús e inicia a sua doação de peças ao Museu, levando-o a encerrar cerca de um mês após a sua abertura, para criar novos espaços e inserir novas áreas, altura em que se inicia também a de Etnografia. 
A equipa de trabalho do Museu, sentindo que a área de recolha, conservação e recuperação não era só por si uma realização, dá inicio ao estudo de outros dados como os relacionados com a Etnografia Popular e Historiografia Regional. 
A exiguidade de espaço, condicionou severamente a actividade do Museu, impedindo um maior trabalho tanto ao nível interno como no apoio às solicitações externas. Para resolver o problema de espaço, foi adquirido há oito anos um terreno para aí construir as instalações do Museu. 
De acordo com previsões efectuadas há cerca de oito anos, as instalações provisórias não suportariam muito tempo, assim se confirmando no Inverno de 1994, quando começaram a infiltrar-se águas, colocando em risco o espólio. 
Com esta situação trágica mas prevista, deu-se início em 1995 à construção do primeiro módulo do Museu, sendo inaugurado em 18 de Maio de 1997. 
O Museu S. Pedro da Palhaça é a única entidade do género a nível nacional que congrega um conjunto de actividades (Museologia, Biblioteca de acesso público, Arquivo Histórico Regional, Espólios Bibliográficos, Equipas de estudo e levantamentos etnográficos, etc.), que por norma, para cada uma destas áreas existe uma instituição. 
Desde o início houve a preocupação de integrar jovens na acção do Museu. Esta experiência tem sido muito frutuosa, porque além da actividade que o jovem pode desenvolver devidamente orientado, mantém os jovens com objectivos de ocupação dos seus tempos livres, estimulando-os para um trabalho meritório, útil à sociedade e à nossa cultura.
Fonte: www.museusaopedro.org
 
O Recanto da Natureza
 
Morada: Rua da Tojeira, nº 67 - Palhaça
C. Postal : 3770-352
E-Mail : assoc-recanto@sapo.pt
Telefone : 234 750 810
Fax : 234 751 146
 
Fundado a 24 de Março de 1999, O Recanto da Natureza é reconhecido hoje como «uma instituição particular de solidariedade social» que serve especialmente as freguesias da Palhaça e de Nariz (embora o espaço albergue utentes de outras freguesias do concelho), no domínio do apoio domiciliário ao idoso e do lar da 3ª idade.   
A associação – estatuto auferido em Fevereiro de 2000 – dispõe presentemente de condições e de licença para servir ao domicílio 15 indivíduos e 42 no lar, construído no lugar da Tojeira.   
Dentro do leque de actividades empreendidas regularmente pel’ O Recanto da Natureza contam-se, entre outras, visitas a santuários, intervenções em conferências, comemorações de efemérides, jantares e convívios.    
As sinergias com outras instituições do concelho e a procura incessante de responder, através da melhoria de meios, serviços e infra-estruturas, «às necessidades elementares, prestando cuidados humanos de qualidade» encontram-se na lista de intentos desta agremiação.   
Na linha de horizonte próximo da associação, encontra-se a construção de um infantário, com capacidade para 33 crianças, que – prevê o organismo – criará, no mínimo, 10 postos de trabalho. 
                          
Os Kotinhas
 
Largo das Escolas - Palhaça
3770-355
 
Associação de Pais Encarregados de Educação das Escolas Primárias da Palhaça